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OS
DOZE PRINCÍPIOS DA APRENDIZAGEM DE BASE CEREBRAL
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Princípio Um: O cérebro é um processador paralelo
Pensamentos, intuições, predisposições, e
emoções operam simultaneamente e interagem com outros modos de informação. O
bom ensino leva isso
Princípio Dois: A aprendizagem envolve toda
a fisiologia
Isso significa que a saúde física da criança
- a quantidade de sono, a nutrição - afeta o cérebro. Os estados de espírito
também. Somos fisiologicamente programados, e temos ciclos que precisam ser
respeitados. Um adolescente que não durma o suficiente em uma noite não
absorverá novas informações no dia seguinte. A fadiga afetará a memória do
cérebro.
Princípio Três: A procura por significado é
inata
Isso significa que estamos naturalmente
programados para procurar por significado. Esse princípio se orienta para a
sobrevivência. O cérebro precisa do que é familiar, e automaticamente o
registra, ao mesmo tempo em que procura estímulos adicionais e reage a eles.
O que isso significa para a educação? Significa que o ambiente da
aprendizagem precisa fornecer estabilidade e familiaridade. Devem-se fazer
preparativos para se satisfazer a sede de novidades, descobertas, e desafios.Ao
mesmo tempo, as aulas devem ser estimulantes e significativas, oferecendo aos
alunos diversas opções.
O trabalho de Marian Diamond é pioneiro no
sentido de que ela demonstra que os animais que estavam em ambientes mais
ricos, isto é, tinham jaulas mais arejadas, mais atenção, uma chance de
brincar livremente ou de pular sobre obstáculos, apresentaram um maior
crescimento de células cerebrais. Quando o cérebro desses ratos foi comparado
com o de ratos que estiveram em jaulas escuras, que foram isolados, que não
tiveram a oportunidade de brincar, os ratos do ambiente rico apresentaram
modificações corticais. Tinham um número maior de células de glia, e também
um número maior de conexões.
Queremos saber o que as coisas significam
para nós. Em educação, uma das coisas que temos que admitir é que as crianças
tenham experiências ricas, e então temos que lhes dar tempo e oportunidade
para compreenderem suas experiências. Elas têm que ter oportunidade para
refletir, para ver como as coisas se relacionam. Uma das mais ricas fontes de
aprendizagem, do ponto de vista do cérebro, é a aprendizagem que temos a
partir dessas experiências.
Princípio Quatro: A procura por significado
acontece por padronização
A padronização se refere à organização e à
categorização das informações. O cérebro tem resistências quanto à imposição
de padrões sem significado. Por "sem significado" queremos dizer
informações isoladas e não relacionadas. Quando a capacidade natural do
cérebro de integrar informações é evocada na aprendizagem, grandes
quantidades de informações e atividades aparentemente não relacionadas ou
estocásticas podem se apresentar e ser assimiladas. O cérebro tenta tirar
sentido das informações reduzindo-as a padrões familiares.
A padronização é generalizada. Queremos impor
nossos padrões ao que vemos, e quebrar os padrões é muito difícil. É como se
passássemos nossos primeiros anos como um sistema que absorve informações e
experiências e tira conclusões, e então passássemos o resto de nossas vidas
tentando provar que o que aprendemos se aplica.
O processo ideal de aprendizagem é
apresentar as informações de uma maneira que permita que o cérebro extraia
padrões delas, mais do que tentar impingí-los. O cérebro é capaz de absorver
enormes quantidades de informações quando elas se relacionam de uma maneira
que o cérebro possa padronizar apropriadamente.
As idéias que estão por trás do ensino
temático e do currículo integrado se baseiam nesse princípio de procura por
padrões e visão de padrões interrelacionados. Um tópico pode estar
relacionado a todo tipo de diferentes tópicos, e quando agimos desse modo o
cérebro tende a lembrar muito mais coisas. Essa é uma maneira de ensinar
ciência, literatura e estudos sociais - fazer deles um conjunto e lhes dar
significado. O padronização está por trás disso.
Princípio Cinco: As emoções têm importância
crítica na padronização
Uma das coisas que eu gostaria de eliminar é
a noção de domínio afetivo, domínio cognitivo, e domínio psicomotor.
Ensinaram-nos isso por diversos anos, apesar das evidências das pesquisas
cerebrais indicarem que não se trata de nada disso. No cérebro não podemos
separar nossa emoção da cognição. É uma rede de fatores que interagem. Tudo
possui algum elo emocional. De fato, muitos pesquisadores do cérebro hoje
acham que não existe memória sem emoção. São as emoções que nos motivam a aprender, a criar.
Elas fazem parte de nossos estados de espírito. Elas são nossa paixão. Elas
são uma parte do que somos enquanto seres humanos. Precisamos entender mais
sobre elas e aceitá-las.
Um dos problemas que tenho com a psicologia
cognitiva é que ela tenta explicar o papel das emoções ao mesmo tempo em que
adere a um modelo científico muito tradicional: separe-as, olhe as partes, e
elas dirão tudo sobre a totalidade. Tente fazer isso com conceitos como amor
e compaixão.
Outra coisa importante em termo de emoções é que
damos apoio uns aos outros. Somos criaturas sociais. Precisamos uns dos
outros, e precisamos de atividades sociais. Quando os alunos da classe estão
mais interessados no que Johnny vai fazer esta noite ou no que Mary está
vestindo, estão agindo a partir de sua natureza social. A noção de uma
comunidade de alunos e de comunidades escolares trabalhando juntas e
aprendendo sobre comunicação é muito importante. A noção de aprendizagem
cooperativa se ajusta a esse quadro. Deveríamos ser bons nessas coisas porque
elas são impulsos inatos que temos. Mas precisamos administrá-las melhor.
Princípio Seis: Todo cérebro simultaneamente
cria partes e todos
Visitamos diversos neurocientistas por todo
o país para discutir nossos doze princípios com eles. Uma das coisas que
vimos foi que eles hesitavam muito em falar com educadores porque temiam o
que faríamos com as informações. Os educadores foram arrebatados pelas
pesquisas sobre os hemisférios esquerdo e direito. Basearam firmas de
consultoria nelas. Mas para os neurocientistas nós simplificamos demais o
assunto. Porque quando consultamos as pesquisas dissemos: "É, tem alguma
coisa nessa teoria dos hemisférios". Mas a mensagem real para nós
educadores é que precisamos apreender os dois lados, o que fazemos na vida
real. Enquanto educadores, queremos que os alunos usem o hemisfério esquerdo
e o direito; queremos estratégias para a totalidade do cérebro. Assim a
doutrina do cérebro direito/esquerdo tem algum significado, mas ela é mais
útil como uma metáfora para o fato de que o cérebro processa partes e todos
simultaneamente.
Making Connections: Teaching and the Human Brain, de Renate Caine.
Princípio Sete: A aprendizagem envolve tanto
a atenção concentrada como a percepção periférica
Pense sobre o aposento em que você está.
Quais são as mensagens periféricas inerentes a um aposento como esse? Quais
são as mensagens sobre a maneira como você se comporta? Os periféricos têm
papel importante. As crianças aprendem a partir de tudo. Tudo vai para o
cérebro. Nos primeiros anos elas literalmente se tornam suas experiências.
Portanto o ambiente é muito importante, e se elas aprenderem alguma coisa em
sala de aula e nunca a utilizarem fora da sala de aula, esse aprendizado,
essas conexões, param por aí. Em outras sociedades as crianças são imersas na
aprendizagem nas escolas, em casa, na comunidade. Seu conhecimento é usado e
expandido. Elas interagem entre si nesse rico meio ambiente.
Princípio Oito: A aprendizagem sempre
envolve processos conscientes e inconscientes
Nós aprendemos muito mais do que
conscientemente entendemos. A maioria dos sinais que são percebidos
perifericamente entram no cérebro sem que estejamos conscientes e interagem
em níveis inconscientes. Porisso dizemos que os alunos se tornam suas
experiências e se lembram do que experimentaram, não apenas do que lhes foi
dito.
O que chamamos de "processamento
ativo" permite que os alunos revisem o que e como eles absorveram, de
modo que começam a dominar a aprendizagem e o desenvolvimento do significado
pessoal. Nem sempre o significado está presente na superfície. Quase sempre o
significado acontece intuitivamente, de maneiras que não compreendemos.
Assim, quando aprendemos, usamos processos conscientes e inconscientes. Ao
ensinar, você pode não alcançar o aluno imediatamente, mas dois anos depois
ele pode estar em outra série e dizer: "Agora entendi". Você faz
parte disso, mas não está mais presente.
Princípio Nove: Temos pelo menos dois tipos
de memória: um sistema de memória espacial e um conjunto de sistemas para
memória mecânica (NT - aprender de cor)
O sistema de memória espacial (ou sistema
autobiográfico) não precisa de ensaio e permite uma lembrança instantânea das
experiências. É muito importante que os educadores entendam esses dois
sistemas e como eles funcionam. No sistema classificatório da memória as
coisas são aprendidas de cor. Memorizamos informações, mas isso não quer
dizer que podemos utilizar as informações. O sistema classificatório nada tem
a ver com a imaginação ou com a criatividade. Ele se ajusta prontamente ao
modelo de processamento de informações da memória. Com esse sistema, os
alunos são motivados por recompensa e punição; muitas tentativas são
necessárias, quase sempre; e o cérebro cansa-se com facilidade, já que há uma
tensão sobre um número limitado de células cerebrais. É nesse modelo que as
escolas se baseiam. Nós limitamos a educação a programar esses sistemas
classificatórios e a "ensinar para a prova". Você pode ver por que
as pessoas dizem que o nosso sistema educacional se baseia no ensino para a
prova (esquecendo-se dela depois) e não tem grande sucesso?
O sistema de memória local é muito global.
Não enfatiza nenhuma área
Aprendizagem significa que as informações se
relacionam e estão conectadas com aquele que aprende. Se não for assim você
tem memorização, mas não aprendizagem. Existem coisas que temos que
memorizar, coisas que precisam ser repetidas. Tábuas de multiplicação são
muito úteis, mas queremos ter certeza de que as crianças entendem o conceito
de multiplicação.
Esse sistema de memória local reúne tudo
como num retrato. Você não está apenas vendo uma coisa de cada vez e
somando-a, como numa fórmula matemática, chegando a um resultado. A grande
mensagem da pesquisa sobre o cérebro é que as partes estão contidas em um
todo, e que o todo tem partes. Parece muito simples, mas não é quando você
começa a desenvolver suas aulas.
Making Connections: Teaching and the Human Brain, de Renate Caine.
Princípio Dez: O cérebro entende e lembra
melhor quando os fatos e as habilidades
estão encaixados na memória espacial natural
A solução é encaixar o aprendizado
classificatório através da imersão dos alunos em ambientes de aprendizagem
bem orquestrados, vivos, de baixo conteúdo ameaçador, e altamente
desafiadores. Precisamos tirar as informações do quadro-negro, fazê-la viver
nas mentes dos alunos, e ajudá-los a fazerem conexões.
Princípio Onze: A aprendizagem é melhorada
com desafios e inibida com ameaças
Em sala de aula, "reduzir a
marcha" é visto como uma ameaça relacionada a uma sensação de
inermidade. Tem implicações nas provas e na passagem de uma série para outra,
na noção do professor como um controlador, na investidura de poder, nos
objetivos de desempenho. O aluno deve se preocupar
Estou fazendo algumas pesquisas sobre como
certas condições afetam os que aprendem, e se você está pensando nos
desistentes, posso lhe dar uma fórmula que produzirá alguns deles: o
profeesor está no controle; há resultados pré-determinados; o aluno é
classificado sem se atentar para o feedback; e existem limites temporais
para a atividade. Isso fará com que alguns alunos reduzam a marcha, deixem de
gostar do aprendizado, e fiquem totalmente desmotivados. Por outro lado, os
alunos que são os "bons" nesse processo tornam-se peritos em fazer
provas.
O hipocampo, que se localiza um pouco acima
de seu nariz e de suas orelhas, no centro onde se interseccionam, é parte do
sistema límbico. Proporcionalmente, tem mais receptores de hormônios de
estresse do que qualquer outra porção do cérebro.Também é fundamental na
formação de novas memórias, e está ligado à função de indexação do cérebro.
Permite que façamos conexões, liguemos novos conhecimentos aos que já estão
no cérebro. É como a lente de uma câmera, e sob ameaça relacionada à
inermidade, fecha-se. Voltamo-nos então para comportamentos bem
entrincheirados. Abre-se quando somos desafiados e estamos em estado de
"alerta relaxado". Quando aquele que aprende recebe poder e é
desafiado, você começa a obter a possibilidade máxima de conexões. Por isso é
que o cérebro precisa tanto de estabilidade quanto de desafio. Se a
estabilidade de curto prazo for perdida, então a estabilidade de longo prazo
deve ser substituída.
Muitas crianças vão para a escola com a
marcha reduzida porque vêm de um ambiente ameaçador. Há ameaças no lar - as
relacionadas ao abandono de uma forma ou de outra são provavelmente as mais
destrutivas de todas. As crianças de lares estáveis podem reduzir a marcha um
pouco e ficar bem. As crianças que vêm de um lar onde haja instabilidade e um
sentido de abandono não podem reduzir a marcha temporariamente. Elas precisam
de mais estabilidade em sala de aula.
As técnicas de relaxamento são a única coisa
que conhecemos que revertem os hormônios do estresse do corpo que resultam de
uma tensão relacionada a ameaças e que se acumulam com o decorrer do tempo.
Precisamos interromper esta incrível roda de moinho em que estamos. O
descanso é a base da atividade. Perceba como você se sente bem depois de umas
férias. Precisamos ensinar às nossas crianças que a aprendizagem leva tempo.
E as crianças precisam compreender seus ritmos naturais. Precisamos de um
ambiente ordenado. Precisamos entender melhor nós mesmos e nossas
necessidades. Precisamos reconhecer nossas necessidades de rituais, de
ordenação. Nossos ritmos são muito fundamentais para quem somos, e precisamos
trabalhar com eles.
Princípio 12: atenta para estilos de aprendizagem e modos singulares
de padronização. Nós temos muito em comum, mas somos também muito, muito
diferentes. Precisamos entender como aprendemos e como percebemos o mundo, e
saber como os homens e mulheres vêem o mundo de maneira diferente.
Conclusão
O "aluno de base cerebral" reduz a
marcha sob ameaças, aprende com acontecimentos periféricos, tem um cérebro
singular, aprende através de processos conscientes e inconscientes, tem
diversos tipos de memória, e aprende melhor quando o conteúdo se encaixa na
experiência. É essa pessoa que está em nossas salas de aula.
Se isso for verdade, o que é a aprendizagem?
Nós chegamos à noção de que a aprendizagem é uma expansão do conhecimento
natural. Desejamos deixar claro que estamos sempre expandindo o que sabemos.
O conhecimento natural é aquilo que utilizamos para dar sentido às nossas
vidas. É o que conhecemos profunda e significativamente. A aprendizagem
enquanto expansão do conhecimento natural não significa apenas informações que
memorizamos; significa algo que podemos utilizar.
Então perguntamos: "O que está
envolvido?" Procuramos o significado porque vimos que o significado é o
tema crucial da aprendizagem. Há três elementos: o conhecimento de superfície
consiste de informações e procedimentos. A isso tem se limitado a educação.
Se bastante disso for levado ao aluno, ele de algum modo vai processá-lo e
retê-lo. O significado profundo inclui os impulsos, propósitos, valores, e
crenças de quem aprende - a maneira como padroniza e vê o mundo. Quando esse
"significado profundo" se conecta com o "conhecimento de
superfície" temos o que chamamos de significado sentido, que é a
experiência do "Ah!", que definimos como aprendizagem.
A verdadeira aprendizagem, como é encarada
do ponto de vista do cérebro operante, é ver os hemisférios
É isso que está envolvido na expansão do
conhecimento natural. Está bem que a criança memorize certas coisas, mas até
que elas se conectem com seu significado e sua predisposição, a verdadeira
guinada para a aprendizagem não ocorre. A criança pode estudar todo tipo de
coisas sobre ciência, mas até que essas coisas façam sentido elas são apenas
coisas memorizadas, e você não pode generalizar a partir delas para alcançar
outras experiências.
Então observamos o que deveria acontecer no
ambiente da aprendizagem, na sala de aula, para que a expansão do
conhecimento natural ocorresse. Como você maximiza as condições de
aprendizagem? Identificamos
três fatores: imersão em experiências complexas, baixa ameaça/alto desafio, e
processamento ativo.
A imersão orquestrada em experiências
complexas significa que eu, enquanto professor, me sento antes e planejo a
aula. Tenho que pensar nela antes e reunir os materiais a fim de criar o tipo
de ambiente de conhecimento natural que permite que meus alunos façam o maior
número possível de conexões e construam seus próprios significados. Também
preparo as instruções antes, para que eu não interfira com o grupo. Uma vez
que eu faço isso, a lição toma conta de si mesma e parece natural. Por que
isso é "complexo"? Complexo
significa que elas passam por todo tipo de nível. Em termos de princípios
cerebrais, as emoções dos alunos estão envolvidas quando se lembram de alguma
coisa; estão padronizando a seu próprio modo; estão fazendo conexões
múltiplas. Então "experiências complexas" significam que são interatuantes,
que a aprendizagem é orientada para a atividade; eles estão procurando
globalmente por significado e usando a biblioteca à procura de fontes. Esta é
uma maneira diferente de ensinar.
A outra coisa necessária para que se utilize
ao máximo o cérebro é o que chamamos de alerta relaxado. Há pouca ameaça
envolvida na atividade. Você não avisa que vai haver uma prova. Você não tem
que fazer uma lista que seja certa ou errada. Os resultados da atividade
estão em aberto, e tudo que dela resultar tem valor. Mas apenas remover a
ameaça não é o suficiente; você tem que lançar o desafio.
O processamento ativo é a metacognição -
recostar-se e dizer: "O que aprendi, e como aprendi? Que outras conexões existem? De que
outra maneira posso fazer isso?" Isso é muito importante para a
consolidação da aprendizagem, para uma expansão relacionada a ela e para que
se façam conexões adicionais. É isso que os defensores do pensamento crítico
advogam. Vamos além, incluindo a reflexão e a análise de temas interpessoais.
Não há como fazer uma Instrução Baseada no
Cérebro. Mas existem regras. A própria natureza da pedagogia voltada para a
expansão do conhecimento natural significa que o aluno está no centro de
qualquer ensino que faça genuínas conexões.
No futuro, todos nós - professores,
pesquisadores, administradores, pais, e comunidades - teremos que modificar
nossa visão da aprendizagem. Isso significa ir além de nossas experiências
como alunos de uma escola e literalmente "inventar" ou orquestrar
ambientes de aprendizagem que finalmente capitalizem a imensa capacidade de
nossos cérebros para aprender.
Departamento
de Educação do Condado de Sonoma, Califórnia, USA
Tradução: Pedro Lourenço Gomes |
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