segunda-feira, 30 de junho de 2014


O cérebro do autista


Muito parecido a um computador, o cérebro conta com um emaranhado de fios para processar e transmitir as informações. Os cientistas descobriram que, em pessoas com autismo, esses fios estão com defeito, o que causa falha de comunicação entre as células do cérebro.
No cérebro, as células nervosas transmitem mensagens importantes que controlam as funções do corpo, desde o comportamento social até os movimentos. Estudos de imagens revelaram que as crianças autistas têm muitas fibras nervosas, mas elas não funcionam de maneira suficiente para facilitar a comunicação entre as várias partes do cérebro. Os cientistas acham que todo esse circuito elétrico pode afetar o tamanho do cérebro. Embora as crianças autistas nasçam com cérebros normais ou menores que o normal, elas passam por um período de rápido crescimento entre os 6 e 14 meses, por isso que, por volta dos quatro anos, o cérebro tende a ser grande para sua idade. Os defeitos genéticos nos fatores de crescimento do cérebro podem levar a esse desenvolvimento anormal do cérebro.
Os cientistas também descobriram irregularidades nas próprias estruturas do cérebro, como no corpo caloso, que facilita a comunicação entre os dois hemisférios do cérebro; na amígdala, que afeta o comportamento social e emocional; e no cerebelo, que está envolvido com as atividades motoras, o equilíbrio e a coordenação. Eles acreditam que essas anormalidades ocorrem durante o desenvolvimento pré-natal.
Cientistas descobriram que o corpo caloso, a amígdala e o cerebelo de uma criança com autismo são anormais.
O cérebro de uma criança com autismo apresenta alterações no corpo caloso, amígdala e cerebelo
Além disso, os cientistas perceberam desequilíbrios nos neurotransmissores, substâncias químicas que ajudam as células nervosas a se comunicarem. Dois dos neurotransmissores que parecem ser afetados são a serotonina, que afeta emoção e comportamento, e o glutamato, que tem um papel na atividade dos neurônios. Juntas, essas alterações do cérebro podem ser responsáveis pelos comportamentos do autista.
Os cientistas continuam procurando pistas sobre as origens do autismo. Ao estudarem os fatores ambientais e genéticos que podem causar a doença, eles esperam desenvolver testes para identificar o autismo mais cedo, além de novos métodos de tratamento.
Vários estudos de pesquisa estão focados na ligação entre os genes e o autismo. O maior deles é o Projeto Genoma do Autismo (Autism Genome Project) da NAAR (National Alliance for Autism Research - Aliança Nacional para Pesquisa sobre Autismo). Esse esforço colaborativo, realizado em aproximadamente 50 instituições de pesquisa, em 19 países, está examinando os 30 mil genes que formam o genoma humano em busca dos genes que desencadeiam o autismo.
Outros estudos sobre autismo incluem:
  • usar modelos de cérebro animal para estudar a forma como os neurotransmissores são defeituosos em crianças com autismo;
  • testar um programa de computador que poderia ajudar as crianças autistas a interpretarem as expressões faciais;
  • examinar imagens do cérebro para descobrir quais áreas estão ativas durante os comportamentos obsessivos e repetitivos do autista;
  O autismo é uma alteração “cerebral/comportamental” que afeta a capacidade da pessoa comunicar, de estabelecer relacionamentos e de responder apropriadamente ao ambiente que a rodeia. Algumas crianças, apesar de autistas, apresentam inteligência e fala intactas, algumas apresentam atraso mental ou atraso no desenvolvimento da linguagem. Os comportamentos destas crianças são constituídos por atos repetitivos e estereotipados, não suportando mudanças de ambiente, preferindo um contexto inanimado.
Muito parecido a um computador, o cérebro conta com um emaranhado de fios para processar e transmitir as informações. Os cientistas descobriram que, em pessoas com autismo, esses fios estão com defeitos, o que causa a falha de comunicação entre as células do cérebro. Neste, as células nervosas transmitem mensagens importantes que controlam as funções do corpo, desde o comportamento social até aos movimentos. Estudos de imagens revelaram que as crianças autistas têm muitas fibras nervosas, mas elas não funcionam de maneira suficiente para facilitar a comunicação entre as várias partes do cérebro. Embora as crianças autistas nasçam com cérebros normais ou menores que o normal, elas passam por um período de rápido crescimento entre os 6 e 14 meses, por isso que, por volta dos quatro anos, o cérebro tende a ser grande para a sua idade. Os defeitos genéticos nos fatores de crescimento do cérebro podem levar ao desenvolvimento anormal do cérebro. Também se descobriram irregularidades nas próprias estruturas do cérebro, como no corpo caloso, que facilita a comunicação entre os dois hemisférios do cérebro, na amígdala, que afeta o comportamento social e emocional, e no cerebelo, que está envolvido com as atividades motoras, o equilíbrio e a coordenação. As anomalias que surgem a nível destas estruturas normalmente ocorrem durante o desenvolvimento pré-natal. Os cientistas também verificaram desequilíbrios nos neurotransmissores, que são substâncias químicas que ajudam as células nervosas na sua comunicação. Um dos neurotransmissores que parece ser afetado é a serotonina, que afeta a emoção e o comportamento, e um outro, o glutamato, que tem um papel na atividade dos neurônios. Junto a  essas alterações podem estar na origem do comportamento dos autistas. Temos ainda os neurônios espelho, que são ativados quando um indivíduo está a praticar uma ação ou a experimentar uma sensação ou emoção ou ainda quando observamos estes comportamentos nos outros. Um estudo realizado em 2007 revela que as crianças autistas têm mais matéria cinzenta nas regiões dos lóbulos parietais que são implicados no sistema dos neurônios espelho. Além destas diferenças nas áreas de matéria cinzenta, os resultados do estudo revelaram que o aumento da camada no lóbulo parietal estava relacionado com os QIs mais elevados nas crianças normais, mas no cérebro das crianças autistas não existe esta correspondência, pois a matéria cinzenta não funciona adequadamente. Outro aspecto que surgiu deste estudo foi que se verificava uma redução significativa de matéria cinzenta na região da amígdala direita, nas crianças autistas, que explica, então, a profunda inaptidão social.

COMPARTILHAR SABERES

É um privilegio  compartilhar um pouquinho da minha caminhada na Educação. O grande objetivo é trocar saberes, compartilhar conhecimento; o que considero indispensável em nossa missão. Precisamos refletir  a cada dia sobre as causas do não aprende, estimulando e resgatando  no sujeito o desejo e o prazer pelo aprender. 



JUNHO

Vamos nos despedindo do mês de Junho!

segunda-feira, 23 de junho de 2014


PSICOPEDAGOGO ... PROFESSOR


ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO





A PSICOPEDAGOGIA vem trabalhar com as dificuldades de aprendizagem e a diversidade de fatores que contribuem para tal, podendo estes ser de origem orgânica, cognitiva, emocional, social ou pedagógica.

A NEUROPSICOPEDAGOGIA, além de trabalhar os aspectos acima mencionados, tem como foco compreender o funcionamento do sistema nervoso, integrando suas diversas funções (movimento, sensação, emoção, pensamento etc), intervindo na melhora das dificuldades de aprendizagem como:

- Distúrbios de memória;

- Falta de atenção;

- Bloqueios de aprendizagem nas diversas matérias dos conteúdos escolares;

- Dificuldades em raciocínio lógico,leitura e escrita;

- Falta de motivação, entre outras.

Com a intervenção do trabalho Neuropsicopedagógico, o sujeito será beneficiado com excelente desempenho ,  capacidade de absorver conhecimentos, criatividade, autonomia em suas estratégias de aprendizagem se apropriando da utilização dos conceitos aprendidos em,  obtendo desejo constante em aprender.

CONSULTÓRIO

Rua Fioravante Milanez, 58 sala 401 - Canoas

Contatos: 3031.1992 / 9617.1749

Cheila Martins