segunda-feira, 22 de maio de 2017

Nunca desista!


A criança até 3 anos

A ação da criança ou de qualquer pessoas reflete enfim sua estruturação mental, o nível de seu desenvolvimento cognitivo e afetivo-emocional.
A maneira como uma crianças brinca ou desenha reflete sua forma de pensar e sentir, nos mostrando quando temos olhos para ver, como está se organizando frente a realizada, conseguindo interagir com as pessoas e situações de modo original, significativo e prazeroso, ou não. Ao observar o brincar de uma criança, aluno e ou paciente pode-se perceber a marcha do seu desenvolvimento.O aparecimento e o desaparecimento de um modo de brincar está relacionado à maturação e ao desenvolvimento da criança.
A crianças por volta de 4 meses: inicia  a atividade lúdica, começa a controlar seus movimentos e coordená-los com a visão, podendo apanhar objetos que estejam próximos.
Aos 6 meses quando a crianças já começa a ficar sentada, a sua relação com os brinquedos  e objetos já se modifica. Ela começa a se apoderar cada vez  mais dos objetos do meio. A sua organização mental também se modifica. Os objetos passam a funcionar como substitutos, projetando nesses suas fantasias. através dos brinquedos a crianças pode reproduzir as situações de perda. O brincar de fazer aparecer e desaparecer permite à crianças a elaboração da angústia da perda.A criança também desaparece atrás do lençol e volta a aparecer ou abre e fecha os olhos numa brincadeira onde perde e recupera o mundo. Essa brincadeira de sumir e aparecer também se dá em relação ao som, já pode reproduzir sons que já experimentou e os faz aparecer e desaparecer de acordo com a sua vontade.
Ao longo deste primeiro ano prevalecem os jogos de aparecer e desaparecer, perda e recuperação, encontro e separação; esses exercitam os esquemas sensório-motores, coordenando cada vez mais.

A criança no segundo ano de vida...
A crianças descobre o oco. descobre que um objeto pode penetrar outro, as brincadeiras são de pôr e tirar, unir e separar. As diferenças anatômicas são de certa forma observadas nas brincadeiras.
Essa é uma etapa em que a criança já se desloca, pois  já engatinha ou anda, assim seu campo de ação se amplia e a exploração do mundo se torna mais eficiente.

No terceiro ano de vida, ou ainda por volta dos dois anos, a crianças começa a interessar-se por brinquedos onde transfere substancias de um recipiente para outro. é o início do controle dos esfincteres que está sendo exercitado através do lúdico. As vezes e a urina são substituídas na brincadeira por areia, terra e água. Ensaiando o controle sobre sua produção, a criança transforma essas substancias em castelo, comidinha, animais, etc. Os jogos de aparecer e desaparecer continuam presentes. 

O enfoque na Avaliação lúdica e gráfica é um dos muitos caminhos que possibilita ver como a crianças inicia seu processo de adaptação à realidade. Quanto mais se amplia a realidade externa da criança mais ela tem necessidade de uma organização interna, ágil e coerente, a fim de arquivar suas experiencias e utilizá-las de modo adequado. A reciproca é necessariamente verdadeira. Quanto mais se amplia a realidade interna de uma criança mais ela precisa ampliar e organizar sua realidade interna, pois é como se as estruturas mentais tivessem fome; a serem criadas por elas passam a solicitar ação ao sujeito para se manterem vivas e atuantes.  Quando a crianças não tem possibilidade de ação ela enrijece sua estruturação mental, não desenvolvendo conexões internas ágeis e funcionais. 

* Avaliação Psicopedagógica da criança de zero a seis anos.  Vera Barros de Oliveira


PSICOPEDAGOGO

Realiza Avaliação e Intervenção tendo o foco na aprendizagem.
Desenvolve as habilidades de aprendizagem.
Auxilia na organização pessoal.
Desenvolve juntamente a criança e a família rotina de estudos.
Orienta Pais e escola .

Sugestão de dois livros importantes:




" Aprender envolve determinação, motivação e desejo, mas principalmente afeto e ternura. Ensine com afeto e terás um aluno com saúde mental suficientemente boa para desenvolver determinação, motivação e trilhar adequadamente seu caminho de aprendizagem."  Simaia Sampaio

PSICOPEDAGOGO!

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Não deixe que seu filho tenha desempenho baixo.

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Juntamente com a família e a escola alimenta o desejo pelo conhecimento, buscando o autoconhecimento despertando desejo de crescimento e de autonomia.



Cheila Martins